
Copos, sangue e saudade.
O fumo mais intoxicante preenche-me as ideias.
O palpitar desta jugular deixa-me ansioso.
Sou um assassino…
Percorro todos os recantos por onde passamos,
Ruas e passeios, escadas e jardins,
Casa, praias e matos…
Assalta-me um impulso forte,
Um faro deveras inquietante,
Que eu mesmo me sinto assassinado,
E revoltado por não decidir quem será o próximo que me dará
Um pouco de vida.
O fumo mais intoxicante preenche-me as ideias.
O palpitar desta jugular deixa-me ansioso.
Sou um assassino…
Percorro todos os recantos por onde passamos,
Ruas e passeios, escadas e jardins,
Casa, praias e matos…
Assalta-me um impulso forte,
Um faro deveras inquietante,
Que eu mesmo me sinto assassinado,
E revoltado por não decidir quem será o próximo que me dará
Um pouco de vida.

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